Através de levantamento bibliográfico e documental de origem - ANTROPOWATCH - revela e denuncia a fraude antropológica, os mentores e  o modus operandi aplicada aos indígenas Guarani do Paraguai assentados na costa catarinense
1992 - 2011


A preservação cultural, valores humanísticos e morais cedem lugar aos interesses particulares, quando indígenas paraguaios doutrinados para a negação da cultura de origem, em detrimento da simulação comportamental de povos autóctones brasileiros extintos no século XVII, passam a ilustrar teses, relatórios e pareceres antropológicos institucionais fraudados.

Conhecendo os primeiros movimentos desta imigração incentivada, demonstrados nas discussões subsequentes, o leitor terá acesso aos conceitos antropológicos iniciais fraudados, oficializados através das plataformas administrativas institucionais: Ong/CTI - Centro de Trabalhos Indigenistas, UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, FUNAI e DNIT.

O DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, em Brasília, figura neste contexto promíscuo como agente passivo para o repasse de verbas pretensamente em favor dos indígenas, mediante projetos de duplicação da Br 101 fraudados em seus aspectos antropológicos.

D o w n l o a d - OS GIGOLÔS DE ÍNDIOS – Contextualização da fraude antropológica e vínculos: FUNAI/Ong-CTI/UFSC/DNIT.
Em constante atualização.