A ORIGEM DA BASE DOCUMENTAL FRAUDADA - AUTORIAS E CHANCELAS INSTITUCIONAIS QUE ATRIBUEM CARÁTER CIENTÍFICO NAS FRAUDES ANTROPOLÓGICAS GUARANI

Abaixo, a partir da origem, a contextualização dos documentos forjados por um exclusivista grupo de antropólogos que legitima a transferência da população indígena Guarani paraguaia para a costa sul brasileira, oferecendo-a terras inabitáveis, mendicância e penúria.
Este movimento imigratório estimulado ao ferir qualquer preceito antropológico, contrariar qualquer princípio humanitário, aniquila a cultura de povos autóctones paraguaios e brasileiros - Kaingang/Xokleng ao agregá-los em grupamentos de culturas históricamente antagônicas, assentamentos melhor definidos por guetos de discórdia e miséria.

1 - "A PERÍCIA ANTROPOLÓGICA EM PROCESOS JUDICIAIS". (UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina - 1994) -
- A confissão da parcialidade do perito antropólogo, relatada na publicação acima, vai além de reconhecer o impedimento e até mesmo admitir o ilícito enquanto fonte de informação e instrumentalização ao MPF Ministério Público Federal. O livro publicado pela UFSCA Perícia Antropológica em Processos Judiciai”, escancara a admissão à transgressão do Código de Processo Civil no tocante as premissas que regem a conduta do perito. Ao admitir o lícito, omitir ou manipular informações técnicas, o perito antropólogo institucionaliza a fraude como meio jurídico de bem informar o magistrado ou mesmo o MPF, incumbido de denunciar e amparar demandas e processos relativos aos direitos indígenas e de brancos.
Avalie a institucionalização da fraude antropológica a partir do Protocolo de Intenções firmado, equivocadamente, entre a PGR – Procuradoria Geral da República e a ABA – Associação Brasileira de Antropologia. Link de discussão.

2 - FRAUDES ANTROPOLÓGICAS NOS PROCESSOS DEMARCATÓRIOS/GUARANI DO PARAGUAI: Subterfúgios a serviço da majoração de obras públicas federais. Neste Link , uma rápida contextualização do tema central discutido neste site -
- Grupos Guarani do Paraguai, previamente informados de que a costa sul era o seu verdadeiro “território original”, partiram do Paraguai e da Argentina no início da década de 1990 rumo ao Brasil. A ordem era renegar a cultura de origem para então assumir a identidade dos Carijó, povos autóctones da costa sul do Brasil extintos no século XVII. Para alguns antropólogos sem "material de trabalho", apenas um subterfúgio necessário à formatação de uma base bibliográfica/jurídica inexistente a época.
Aniquilação cultural, massa de manobra, exploração da miséria, manipulação da memória histórica e desprezo pela ética científica, são constatações irrefutáveis do pragmatismo antropológico acadêmico catarinense. Link de discussão.

3 - O ESCÁRNIO E ZOMBARIA COMO SUBSTITUTOS DA ANTROPOLOGIA CIENTÍFICA: As argumentações falsas, contumazes instrumentos probatórios antropológicos no processo demarcatório FUNAI/BSB/2359/93 – Morro dos Cavalos/SC. Peticionado, conduzido, coordenado, finalizado e julgado prcedente por membros da Ong-CTI, em especial a mentora Maria Inês Ladeira, sócia fundadora da Ong – CTI, estes procedimentos eivado de ilegalidades, sob responsabilidade da FUNAI, alerta para as urgentes medidas necessárias ao resgate da probidade na FUNAI, Universidades e na política indigenista brasileira. Link de discussão.

4 - ANÁLISE DO PROCESSO DEMARCATÓRIO: Morro dos Cavalos – FUNAI BSB/2359/93: sem fontes bibliográficas, memória oral ou provas testemunhais, tampouco razões plausíveis humanitárias, Maria Inês Ladeira se auto reveza ora como proponente às argumentações, ora como fonte bibliográfica para as suas argumentações -
- Este controverso processo demarcatório realizado em parceria com Maria Dorothea Post Darella transfere áreas acidentadas as margens da Br101, para indígenas Guarani do Paraguai e Argentina. Proposto e conduzido por Maria Inês Ladeira contratada pela FUNAI para - peticionar - coordenar - propor o relatório final antropológico - julgá-lo procedente através da sua sócia na Ong - CTI, Maria Auxiliadora de Sá Leão, Diretora de assuntos Fundiários da FUNAI, ambas ex-presidentes da Ong – CTI, este processo demarcatória sem a devida isenção tramita na FUNAI desde 1993.
Avalie se há antropologia científica, defesa dos interesses indígenas ou observância às leis brasileiras lendo a discussão e as conseqüências deste casuístico e bizarro processo demarcatório. Link de discussão.

5 - ANÁLISE DO RELATÓRIO: “Estudo de Impacto: As Populações Indígenas e a Duplicação da BR 101, Trecho Palhoça/SC – Osório/RS” (autora Maria Dorothea Post Darela) -
- O desvio de conduta da autora no estudo antropológico acima, Maria Dorothea Post Darella da UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina, evidencia a fraude antropológica intercedendo nas decisões afetas ao projeto de duplicação da Br 101 – Trecho SC/ RS. Anexado ao EIA-RIMA, elaborado pelo IME - Instituto Militar de Engenharia para o projeto de duplicação da rodovia, serviu como referência ao PBA - Plano Básico Ambiental cuja subscrição também é de Darella/UFSC. O relatório suparacitado está vinculado a um conluio arquitetado em conjunto com Maria Inês Ladeira da Ong-CTI - Centro de Trabalhos Indigenistas, para favorecer um processo demarcatório indígena fraudulento em Santa Catarina. Avalie o estudo antropológico utilizado para a obtenção de recursos federais na ordem de R$ 12 milhões, sob a alegação de “medidas compensatórias”. Conheça as fraudes contidas neste estudo que instrumentalizaram o TCU - Tribunal de Contas da União a suspender as obras do projeto rodoviário na região de Florianópolis – SC. Link de discussão.

6 - ANÁLISE DO RELATÓRIO: “OS ÍNDIOS GUARANI MBYÁ E O PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO” (autora Maria Dorothea Post Darela - UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina): este relatório antropológico sui generis sintetiza a falta de ética científica na pesquisa antropológica universitária catarinense -
- A tentativa de ocupação da Mata Atlântica em Santa Catarina por indígenas paraguaios aculturados, sem que a indissociável prática ou interação homem índio/meio ambiente se manifeste. Através da simulação de uma falsa condição silvícola, a antropologia fraudulenta transgride a ética científica e condena povos marginalizados a permanecer em áreas urbanas de proteção permanente, inabitáveis, próximas a capital Florianópolis. Este relatório, entre outros, foi execrado pelo orgão de proteção ambiental de Santa Catarina e pelo MPE - Ministério Público Estadual/sC. Link de discussão.

7 - A FAMÍLIA GUARANI MOREIRA: testemunhas vivas vítimas da antropologia perversa - Os argumentos vivos que originaram as bases bibliográficas forjadas, sistematizadas concomitante ao projeto de duplicação da Br - 101 em Santa Catarina -
Neste Link, a família indígena Moreira é citada pela Ong – CTI - como requerente e oficialmente contemplada em duas ocasiões com terras e reservas indígenas em locais diferentes. Este procedimento a época foi o método de Ladeira para justificar indígenas Guarani paraguaios na região: através de uma família de quatro irmãos, assimilada pela sociedade dominante, originária do Paraguai. Verbas milionárias foram repassadas em nome desta família, justificadas pela pretensa "ocupação territorial imemorial". Abandonados, alguns indígenas sobrevivem em barracos de lona à beira da Br 101, sem luz, sem terras para morar, subjugados por grupos indígenas conflitantes com sua cultura de origem, recentemente egressos da Argentina e Paraguai. Link de discussão. (Link com fotos)

8 - A POSIÇÃO DO MPF – MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL em Florianópolis/SC diante as denúncias contidas neste site, protocoladas também reiteradamente, nas mais diversas instâncias dos poderes público legalmente constituídos -
- Mais do que o estímulo à denúncia, tão propalado pelo MPF, CGU, PF - POLÍCIA FEDERAL, etc, o que ainda me mantém na condição de denunciante são meus valores morais e éticos aqui manifestados, contra a exploração dos povos indígenas. Certamente não poderia prever a antagônica e inusitada conseqüência originada do MPF, contra minha postura cívica e cidadã. Após denunciar e invariavelmente citar os nomes dos antropólogos fraudadores ao TCU - (Processo TC-003.582/2005-8), e ter contribuído para que o Erário não despendesse desnecessariamente mais de R$ 50.000.000,00, conforme acórdão correspondente, fui denunciado pela Procuradoria da República em Florianópolis. Respondi, e fui absolvido em duas ocasiões, pela acusação de “crime de difamação” contra Maria Inês Ladeira da FUNAI/CTI e Maria Dorothea Post Darella da UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina. Ambas funcionárias públicas federais, são as autoras dos relatórios e documentos fraudados denunciados. Denúncias reconhecidas e consideradas procedentes pelo TCU. Link de discussão.

9 - MAJORAÇÃO FINANCEIRA NA DUPLICAÇÃO DA BR 101 – Trecho Palhoça /SC Osório/RS. Acórdão e resumo dos procedimentos do TCU - Tribunal de Contas da União Processo nº TC– 003.582/2005-8 -
- O TCU - Tribunal de Contas da União provocado por denúncias afetas a aspectos lesivos ao Erário, em razão da má condução dos assuntos antropológicos indígenas, entende-se fraudes, intercedeu no projeto de duplicação da Rodovia Br 101. Instrumentalizado pela documentação exposta neste site, centrada na região do Morro dos Cavalos/SC, proferiu no ano de 2005 um acórdão condenando a majoração financeira imposta ao projeto de duplicação da Rodovia BR 101. Este procedimento do TCU/SC evitou o mau uso do Erário na ordem superior a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões). Link de discussão.