ANÁLISE PROCESSO DEMARCATÓRIO DO MORRO DOS CAVALOS

1 - Através do link Análise do Processo Demarcatório do Morro dos Cavalos - Vol. 1, o leitor terá conhecimento do conteúdo do primeiro processo demarcatório instituído pela FUNAI em Santa Catarina, cujo propósito é demarcar terras para povos Guarani provenientes do Paraguai.
Sem justificativas bibliográficas que sustentem suas argumentações, Maria Inês Ladeira/Ong-CTI opta por fraudes históricas acintosas, considerações bizarras para atribuir verossimilidade a seus raciocínios "antropológicos", distorção dos fatos atuais, ou ainda, invencionices que transitam pela comédia.
OBS. - O processo/FUNAI acima, deflagrado no início da década de 1990, instrumentaliza até hoje - Dez/2011 - o projeto de duplicação da Br101 em seus aspectos antropológicos, ampliação rodoviária orçada em mais de 2,5 bilhões de reais. Alterações milionárias no traçado do projeto rodoviário/Br101 - DNIT, que ultrapassam as centenas de milhões de reais, estão sendo justificadas mediante anuência da Procuradoria da República em Florianópolis nas informações antropológicas contidas neste processo demarcatório, eivado de irregularidades.
Outro documento anulado pelo TCU - Tribunal de Contas da União, mas acatado pelo MPF como um balizador do projeto de duplicação, é o EIA-RIMA - Estudo de Impacto: As Populações Indígenas e a Duplicação da BR 101, Trecho Palhoça/SC –Osório/RS. Este EIA-RIMA foi subscrito por uma contumaz parceira de Ladeira, a antropóloga Maria Dorothea Post Darella/UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, também partícipe do processo demarcatório do Morro dos Cavalos.

2 - Conclua a leitura deste emblemático processo demarcatório indo ao link Análise do Processo Demarcatório do Morro dos Cavalos - Vol.2 para constatar as ilegalidades e improbidades: fraudes antropológicas, históricas, bem como, fraudes nas argumentações de fato, cerceamento ao acesso de documentos públicos, imoralidade na tramitação afeta à competência da FUNAI, interferência no projeto de duplicação/DNIT mediante informações falsas, majoração no custo da obra rodoviária, uso de povos indefessos como massa de manobra, falta de ética na pesquisa científica, promiscuidade entre instituições federais, e o escárnio que representa a falta de fiscalização e apuração da "coisa pública", manifestada pela fragilidade que emerge das instituições fiscalizadoras brasileiras.
OBS. - O item dois desta página ressalta o monopólio de Maria Inês Ladeira da Ong-CTI (Centro de Trabalhos Indigenistas), responsável pela fraude que define os povos paraguaios como sendo tradicionais habitantes da costa sul do Brasil. A leitura do item dois transita entre o cômico, em se tratando das argumentações antropológicas de LADEIRA, o dramático quando afeta os miseráveis Guarani do Paraguai, passando pelo o que bem define a antropologia praticada em Santa Catarina: o desprezo pelo ser humano indígena.