- A seguir as principais fraudes de Maria Inês Ladeira, acatadas pela FUNAI, DNIT, MPF/SC e finalmente anuídas e reconhecidas pelo Ministro da Justiça Tarso Genro, como argumentações técnicas aplicadas à fundamentação do processo demarcatório do Morro dos cavalos - -A Fraude da Aldeia do Morro dos Cavalos na Década de 1960- -A afirmação abaixo, premeditada, de que havia uma aldeia indígena por ocasião da construção da BR 101 na década de 1960, é falsa. O DNER/DNIT após ser solicitação, consultou seus arquivos e através de declaração oficial desmentiu as declarações sobre a existência de aldeias na região da Enseada de Brito / Morro dos cavalos, por ocasião da construção desta rodovia na década de 1960. -Ladeira e Darella vinculada a Universidade Federal de Santa Catarina, parceiras contumazes nas teses e nos relatórios antropológicos favoráveis a tradicionalidade da ocupação do litoral por indígenas Mbyá, precisam provar a tradicionalidade da ocupação do Morro dos Cavalos, para tanto recorrem ao seu principal instrumento “científico antropológico”, a fraude. FONTE¹ - A Identidade Étnica na Dinâmica Social dos Guaranis Nhandéva – Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Sociais - Maria Rosa Coutinho – 1994 – UFSC. (Pág. 11). “A aldeia deste grupo sofreu mudanças pelo fato de que a BR 101 atravessou toda a extensão desta área. Conforme trabalho topográfico realizado por representantes do Centro de Trabalho Indigenista, em 1991, estas terras hoje estão delimitadas em cerca de 16,40 há.(164.000m²) (ladeira, 1991).” OBS. Centro de Trabalho Indigenista,ONG de Ladeira. FONTE² - Os Índios Guarani Mbyá e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro - Maria Dorothea Post Darella e Aldo Litaiff – 2000 – UFSC. (Pág. 68). “5.8.1 Histórico - g: (...) da própria localização, visto os Guarani terem sido descobertos institucionalmente pelo DNER nessa área quando da construção do traçado original da rodovia BR 101, na década de 60.” FONTE³ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação, Folha 423. (Ladeira). “Os Índios Guarani em Morro dos Cavalos sofreram o que consideram como primeira invasão em sua área, a construção, na década de 1960, da rodovia BR 101 que cortou suas áreas de uso, antes contíguas.” - A Fraude da Transformação da Malha Fundiária – - Não há nenhuma informação técnica (DER, DNER/DNIT, IBGE, DNOS, etc.) ou até mesmo qualquer comentário em qualquer periódico, sobre a “transformação da malha fundiária” no litoral catarinense ou na região do Morro dos Cavalos no “início dos anos 80”. Não há registros de quaisquer “litígios envolvendo as comunidades Indígenas” no litoral catarinense no início dos anos 80. FONTE - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 423. (Ladeira). “A rápida transformação da malha fundiária do litoral acarretou, a partir do início dos anos 80, vários litígios envolvendo as comunidades Indígenas”. - A Fraude dos Sítios Arqueológicos – - A seguir Ladeira associa os sítios arqueológicos espalhados pela costa catarinense aos Guarani, sem explicitar de qual grupo indígena Guarani estes sítios são originários. Estudos comprovam que os sítios são originários dos povos Carijó ou de povos mais antigos, mas se desconhece se encontrará qualquer citação bibliográfica, excetuando da própria autora Ladeira e seus colaboradores da UFSC, atribuindo os inúmeros sítios arqueológicos aos Guarani-Mbyá do Paraguai, como querem e precisam os antropólogos para justificar suas teses da tradicionalidade e permanência da ocupação indígena Guarani – Mbyá no Morro dos Cavalos. FONTE - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 413. (...) “Pesquisas arqueológicas realizadas ao longo do litoral de Santa Catarina, comprovam que há grande número de sítios arqueológicos Guarani, em toda sua extensão”. - A fraude da Erva Mate - (Ilex paraguariensis)*. - - Ladeira justifica o hábito do consumo da erva-mate pelos indígenas recentemente assentados no Morro dos Cavalos, através da declaração colhida de uma indígena (FONTE¹). Lendo-a na íntegra observa-se que Ladeira insinua o consumo secular desta erva exótica a região, o que é uma informação falsa. No litoral não se consome o chimarrão tradicionalmente. A erva-mate é um elemento da cultura indígena Guarani do Paraguai incorporada aos hábitos (chimarrão) e folclores do gaúcho das regiões oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Aplica-se o mesmo conceito desta vez relativo à cultura Argentina. Especificamente ao Paraguai a erva-mate assume um papel marcante no contexto cultural do seu povo, evidenciado através do consumo diário do Tê-rê-rê. * Nome científico Ilex paraguariensis conhecida também como mate ou erva-do-Paraguai. Não há registros bibliográficos históricos sobre o consumo pretérito de erva-do-Paraguai no litoral de Santa Catarina. Tampouco encontramos uma provável espécie distinta típica do litoral catarinense denominada Ilex catarinensis, por exemplo. FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 451. (...) “ I- E aí tinha erva-mate também? R - Erva-mate já existia. I – Aí vocês usavam ela? R – Usava muito.(...)” FONTE ² - A Identidade Étnica na Dinâmica Social dos Guaranis Nhandévas - Maria Rosa Coutinho – 1994 Conclusão de Curso de Ciências Sociais UFSC. “Normalmente tomam o Chimarrão que é um costume dos seus antepassados, segundo informações deste grupo, e declaram sempre que a erva faz muito bem à sua saúde.” -A Fraude dos 256 Anos – - Segundo o depoimento abaixo da indígena “N” (FONTE¹), tomado por Ladeira, supõe-se que esta indígena depoente tenha nascido na região ao alegar ter conhecido as frutas citadas somente “depois que as pessoas trouxeram”, dando a entender que as pessoas (Brancos) após chegarem à região apresentaram estas frutas a indígena e a sua família. O Morro dos cavalos é, obviamente, um morro de pequenas dimensões circunscrito ao distrito da Enseada de Brito, formado por comunidades de Brancos que o margeiam pelo lado norte, leste e sul. Considerando que a histórica vila da Enseada de Brito foi fundada em 1749 e supondo haver veracidade no depoimento da indígena (FONTE ¹), colhido por Ladeira como argumento a sua tese demarcatória, chega-se à conclusão de que a indígena possui pelo menos surpreendente idade de 261 anos. Mais uma fantástica descoberta de Ladeira, antropóloga contratada pela FUNAI para atuar em conjunto com os antropólogos da Universidade Federal de Santa Catarina no processo demarcatório FUNAI - Morro dos Cavalos/SC. - Sobre a FONTE ² abaixo, Ladeira está contrariando a realidade dos fatos. Antes da criação do Parque o entorno era ocupado por lavouras e roças pertencentes aos moradores Brancos da região. Após o decreto da criação do Parque o entorno do atual assentamento indígena, ficou despovoado em razão dos impedimentos legais de ordem ambiental. A frutas atualmente ali encontradas são culturas remanescentes dos antigos açorianos. FONTE ¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 449. (...) “N – É, caqui, laranja, também diz que é tudo veneno, para nós era veneno.(...) Jaca, agora que a gente conheceu.(...) Banana a gente já conhecia depois que as pessoas trouxeram”. FONTE ² - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 423-424. “ O crescimento da ocupação na região do entorno, a despeito da criação do Parque (...) em 1975, o que foi também um agente cerceador do uso tradicional Indígena, (...).” - A Fraude dos Remanescentes dos Carijós – - Afirmar que Guaranis Mbyá e Carijó pertenciam a um grupo étnico homogêneo culturalmente e sem diferenciações nas distribuições geográficas, é o argumento necessário a comprovação da tese da tradicionalidade na ocupação das terras do Morro dos Cavalos. Ladeira e seus colaboradores litaiff e Darella, alheios à responsabilidade ética no trato da Antropologia como ciência, necessitam provar a veracidade do depoimento abaixo para justificar a demarcação de terras, segundo o artigo 231 da Constituição Brasileira, afeto as questões demarcatórias. Não há registros bibliográficos sobre Guarani - Mbyá vivendo em tempos pretéritos nos morros da região ou no litoral. FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 430. (...) “Segundo Milton Moreira (filho de Júlio Moreira e morador de Morro dos Cavalos até 1987(...) em seu texto “Contando a História do Guarani Nato da Ilha de Santa Catarina”(...) haviam várias aldeias na ilha de Santa Catarina, onde viviam Índios da tribo “Chiripas e Phaim”.(...) Segundo afirma no mesmo texto, eles próprios são descendentes dos Índios “Guarani-Karijós.” COMENTÁRIO - Veja as seguinte citação bibliográficas: FONTE¹ A Identidade Étnica na Dinâmica Social dos Guaranis. Maria Rosa Coutinho - Conclusão de Curso de Ciências Sociais – UFSC – 1994. “A família Guarani presente no Morro dos Cavalos, se constitui basicamente por parte da descendência do casal Guarani Nhandéva, Júlio Moreira e Isolina Moreira, ambos provenientes do Paraguai” (...). FONTE² - Entrevista - Aldo litaiff /Celso Martins. Jornal A Notícia Florianópolis - Domingo, 02 de Julho de 2000 “AN capital - Os guaranis do morro dos Cavalos têm relação com esse grupo que foi estudado no Rio de Janeiro? Aldo Litaiff - Sim. Os guaranis no mundo estão localizados no Sul da América do Sul. Existem quatro grupos e no litoral estão os Mbyás e os chiripás. Eles povoam a zona costeira deste o Rio Grande do Sul até a Bahia e a região do Paraguai.” - A Fraude dos Indígenas Invisíveis do Litoral – FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 413. Sobre o texto abaixo nada foi encontrado sobre possíveis “Levantamentos realizados a partir da década de 1970”, referentes aos Mbyás que comprovam predominar estes indígenas “numericamente em toda a faixa litorânea do Rio Grande do Sul ao Espírito Santo”, (nesta faixa está Santa Catarina e o Morro dos Cavalos). Não há fontes bibliográficas para esta afirmação, senão argumentações ilícitas ou de fé, produzidas por Ladeira. Em pesquisas realizadas nas universidades de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, FUNAI e IBGE nada foi encontrado sobre os Guarani-Mbyá no litoral na década de 1970. FONTE² - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 418. “(...) A ausência ou insuficiência de registros sistemáticos sobre a presença contínua dos Guarani na costa Atlântica não deve se constituir em prova de negação dessa presença Indígena.” (...) “Levantamentos realizados a partir da década de 1970, e a crescente visibilidade das aldeias na atualidade, comprovam que os Mbyá passaram a predominar numericamente em toda a faixa litorânea do Rio Grande do Sul ao Espírito Santo.” - A Fraude do Êxodo Mbyá do Litoral para o Paraguai – Não há comprovação bibliográfica para as duas citações abaixo (FONTE¹ e FONTE²), citando um processo de evasão indígena da costa sul do Brasil / Santa Catarina em direção aos confins do Paraguai, senão as de autoria da própria Antropóloga Maria Inês Ladeira. É mais uma afirmação falsa objetivando configurar uma tradicional, mesmo que remota ocupação do povo Mbyá na costa catarinense. A bibliografia define como caaiguás ou cainguás os indígenas não contatados habitantes das matas do Paraguai. FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 413. (Ladeira). a- “(...) Durante a colonização, movimentos de retirada dos Guarani/Carijó de lugares que ocupavam no litoral, para outros, foram os meios que encontraram para manterem-se distantes dos novos povoadores sem submeterem-se aos seus processos de “ domesticações”. (...) (Ladeira, Darella e Ferrareze, 1996:21)” FONTE² - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 412. (Ladeira). (...) “No século XIX, os Guarani que tendo escapado dos colonos e dos jesuítas conservaram sua autonomia, estabelecendo-se num território que durante muito tempo permaneceu inacessível, foram denominados caaiguás ou cainguás gente da floresta (Clastres, H., 1978).” Veja a bibliografia a seguir sobre o item acima: FONTE³ – Mobilidade Guarani: História e Significação. Ivori José Garlet – Dissertação de Mestrado – PUC – 1997. “A referências aos Mbyá, nos documentos históricos, cobrem um período de três séculos aproximadamente. (...) uma vez que o tratamento dado aos Guarani que não estavam enquadrados sob o sistema reducional ou de prestação de serviços no regime das encomiendas era genérico ou depreciativos. Estes eram os Ka’yguá - os do mato, ou os monteses.” (Garlet, 1997:24). - A Fraude dos Indígenas Sem Roupas do Morro dos Cavalos – - O Morro dos Cavalos pode ser avistado do centro de Florianópolis. Mesmo assim Ladeira sugere abaixo, segundo a depoente indígena (R), que ela, a indígena e seus familiares, viviam nus no Morro dos Cavalos as margens da rodovia BR 101. Não seria um caso de posicionamento geográfico equivocado, confundir a BR 101/SC com a rodovia Trans-Amazônica da década de 1970? Não há registros de indígenas vivendo “pelado mesmo” no Morro dos Cavalos nos últimos trinta anos, tampouco antes de 1970. FONTE - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 447. (...) “ I - A roupa, vocês usavam a roupa do Juruá? R – Não, a roupa nossa, tem ainda nossa roupa...,(...) (...)Ninguém usava pelado mesmo, ninguém.” - A Fraude dos Indígenas Escondidos nas Matas Catarinenses em 1991 – - Vale lembrar o item 3.2 desta exposição: “Afinal para qual grupo indígena, Nhandéva ou Mbyá, o relatório de Ladeira se propõe a demarcar terras?” De qualquer modo a possibilidade abaixo aventada “de que alguns grupos familiares conservaram-se em parte de seu território desde a época da conquista” e que “os Nhandéva estejam estabelecidos secularmente nesses lugares” denota a falta de compromisso de Maria Inês Ladeira com a verdade, ou, com o plausível. No intuito de suprir as exigências legais pertinentes ao Artigo nº 231 da Constituição Brasileira, ocupação tradicional e permanente, surge mais uma fantástica descoberta antropológica de Ladeira. Séculos se passaram e ninguém notou a presença, “desde a conquista”, de Guaranis Mbyá a 25 minutos do centro de Florianópolis. Estaria Maria Inês Ladeira, Coordenadora do processo demarcatório do Morro dos Cavalos/SC, apoiada pelos antropólogos da UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, cometendo um lapso de atenção ao confundir novamente o litoral se Santa Catarina com a vastidão da floresta amazônica? FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 1 – Folha 26 . (...) “Indica ainda a possibilidade de que alguns grupos familiares conservaram-se em parte de seu território desde a época da conquista.” (...) “Os Nhandéva de Santa Catarina, hoje, não identificam parentes no litoral sul se São Paulo e vice versa, não mantendo atualmente nenhum intercâmbio social. Este fato talvez indique que os Nhandéva estejam estabelecidos secularmente nesses lugares.” FONTE² – Mobilidade Guarani: História e Significação. Ivori José Garlet – Dissertação de Mestrado – PUC – 1997. “Discorda-se de LADEIRA quanto ao tempo de ocupação e presença Mbyá no litoral. Por exemplo, quando a autora afirma que “.a ocupação Guarani Mbyá no litoral leste e sul do Brasil antecede, em muito, tempo, a chegada dos primeiros europeus” (LADEIRA, 1992:148), não apóia sua afirmação em evidências arqueológicas ou históricas consistentes. Embora seja possível afirmar que os Guarani ocupavam o litoral muito antes dos Europeus, é difícil identificar qual(is) grupo(s) localizava(m)-se nas regiões em questão.” - A Fraude do Desconhecimento da Língua Portuguesa – - É claro que poucos Guarani - Mbyá assentados no Morro dos Cavalos não falam o português, afinal recentemente (início da década de 1990) chegaram ao Brasil vindos do Paraguai ou de Missiones na Argentina. O que Ladeira não informa é que estes indígenas falam o espanhol ou castelhano, além do Guarani. Ladeira insinua que os Mbyá, indígenas pretendidos por ela e seus colaboradores da Universidade Federal de Santa Catarina a uma reserva indígena no Morro dos cavalos, estavam isolados nos “recônditos das selvas” do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro até 1992, e por esta razão não falavam o português? A propósito, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro pode ser avistado, a olhos nus, do centro de Florianópolis. FONTE - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação - Folha 419. “A despeito da existência de uma memória e de uma construção coletiva de sua história de contato, encontra-se, entre os Guarani (especialmente do subgrupo Mbyá), uma minoria com domínio da língua portuguesa e inúmeras famílias com pouca comunicação com a sociedade envolvente.” - A Fraude Testemunhal sobre a Comunidade de Araçatuba – - A histórica comunidade de Araçatuba e a escola lá existente estão inseridas dentro da parte sudeste da pretensa reserva indígena do Morro dos Cavalos. A FUNAI e seus antropólogos pretendem eliminar esta comunidade através de declarações improcedentes atribuídas aos administradores municipais, o que legitimou a Prefeitura Municipal de Palhoça a contestar administrativamente o processo demarcatório. Fonte - Edital de Demarcação - Diário Oficial da União. 18/12/2005 - Pág. 46: - “A Prefeitura de Palhoça através do Secretário de Educação não se opôs aos estudos antropológicos na comunidade de Araçatuba”. - A Fraude dos Depoentes da Comunidade da Foz do Massiambu - - Sobre a comunidade da foz do Rio Massiambu, inserida dentro dos limites sul da pretensa demarcação e ocupado há mais de um século por famílias descendentes de açorianos, os antropólogos atuantes neste processo demarcatório valendo-se da ingenuidade e da pouca instrução daquelas famílias, tentaram comprovar a tradicionalidade da ocupação Mbyá citando-as como fontes de informação favoráveis a suas teses demarcatórias. Tais informações foram desmentidas pelas famílias conforme declarações lavradas em cartório. FONTE - Processo Demarcatório Vol. 1 - Folhas 97-98. "Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo Você pode também enganar todas as pessoas Algum tempo Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo".
- Leia a seguir algumas considerações que denotam o desrespeito pela antropologia, enquanto ciência voltada preponderantemente aos interesses humanitários indígenas - - OBS. As transcrições abaixo são argumentações negligentes e bizarras, fraudes que refletem a degradante política indígenista imposta aos povos autóctones Paraguaios, cujas autorias são de Maria Inês Ladeira - sócia fundadora da ONG - CTI - CENTRO DE TRABALHOS INDIGENISTAS. - A Praia de Nudismo Interagindo com a Antropologia – - Quais valores culturais, morais, éticos ou até mesmo “cosmológicos”, contumaz apelo utilizado nos textos antropológicos indigenistas, enfim, qual a pertinência ou o propósito de Maria Inês Ladeira, sócia proprietária da ONG – CTI, peticionaria, coordenadora e autora do relatório final No processo demarcatório do Morro dos Cavalos/SC, quando se constata através do levantamento cartográfico a existência de uma antiga e consagrada praia de naturismo (nudismo), doravante totalmente cercada pela área proposta à demarcação de terras para fins de reserva Indígena? FONTE¹ - Processo Demarcatório Vol. 2 - Relatório de Identificação e Delimitação Folha - 593 . - A fraude do levantamento Cartográfico – -A bibliografia histórica sobre os povos Guarani os define como contumazes agricultores (FONTE¹). Neste aspecto comportamental manifestações religiosas atreladas a indispensável terra agricultável, compartilham iguais e importantes valores culturais. Ladeira sabendo da prática agrícola religiosa, justifica a existência de áreas agricultáveis na região pretendida a demarcação através da supressão voluntária das curvas de nível, demonstradas na sua representação cartográfica do local. Esta fraude induz ao incauto leitor do processo demarcatório do Morro dos Cavalos a uma interpretação equivocada das condições topográficas da região, ao considerá-la plana e conseqüentemente propícia às atividades agrícolas indígenas. -Ladeira, responsável pela deflagração, coordenadoria e autoria do relatório final do processo demarcatório Morro dos Cavalos/SC instituído pela FUNAI subscreve a fraude cartográfica, expressa na folha 570 do processo demarcatório vol. 2, deliberadamente representada na forma de uma planície quando na realidade a região é extremamente acidentada. FONTE¹ – "Mobilidade Guarani: História e Significação" . Ivori José Garlet – Dissertação de Mestrado – PUC – 1997. “Antonio Silva (1988) investe contra a importância que as atividades artesanais ganharam em detrimento das agrícolas: Nós estamos perdendo o costume de plantar. Agora é só balaio! Só andamos pela beira da estrada e na cidade dos Brancos, fazendo e vendendo ajaka para trocar por comida. Acho que isto não está certo. Se parar de plantar já não se pode mais falar de Mbyá. Sem plantar, não é Mbyá.” (Garlet, 1997:99). - A Representação Cartográfica Deliberadamente Fraudada – FUNAI (clic na imagem para ampliá-la) – A Representação Cartográfica Correta - IBGE . (clic na imagem para ampliá-la) - A topográfica da região demonstrada através da imagem de satélite – INPE (clic na imagem para ampliá-la) OBS . Note a pronunciada irregularidade topográfica na parte superior da fotografia. Sob responsabilidade de Maria Inês Ladeira, a região terrestre superior da foto, foi publicado no DOU - Diário Oficial da União como se fosse uma planíce.
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