MODUS OPERANDI DO ANTROPÓLOGO FRAUDADOR

 

- PRIMEIRAMENTE OBTER TÍTULOS e aprimorar seus currículos. Graus de pós graduação laureados através de universidades negligentes com a praxe acadêmica que deveriam conferir a pesquisa e ao pesquisador, o devido comprometimento com os procedimentos e rigores da prática científica. Doutores e mestres antropólogos da farsa, estes profissionais longe de militar em consonância com as aspirações indígenas, tornam-se um dos facilitadores para a recorrência da fraude nos processos demarcatórios referentes aos povos Guarani paraguaios, ingressos no território brasileiro.

- DOUTRINAR O INDÍGENA GUARANI À NEGAÇÃO DA PRÓPRIA CULTURA DE ORIGEM: regra geral imposta pelo antropólogo(a) fraudador, para subverter o modus vivendi e demais valores culturais de grupos indígenas Guarani egressos do Paraguai e Argentina. Este procedimento alheio aos princípios preservacionistas de uma cultura indígena, enquanto grupo étnico distinto, define a argumentação central proposta através das teses acadêmicas antropológicas fraudadas.
Maria Inês Ladeira/Ong-CTI (Centro de Trabalhos Indigenistas)
, contraria toda a bibliográfia Guarani produzida ao longo de cinco séculos, ao afirmar que os extintos povos da costa sul brasileira eram os mesmos Guarani que habitam o Paraguai nos tempos atuais.

- FORJAR UMA BASE DOCUMENTAL - de modo a simular o preceito científico da comprovação plenamente justificada do fato. Neste caso, o fato ou a tese, assim como as justificativas são falsas, visto que os acervos biblbiográficos da universidade que acolheu e continua acolhendo os antropólogos fraudadores, contrariam seus argumentos.
Sintetizando a fraude, somente Ladeira e seu mais fiel discípulo vinculada a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina - Maria Dorothea Post Darella - ousam subscrever textos antropológicos com claras citações sobre um suposto êxodo dos Carijó, povos extintosTupi-Guarani autóctones da costa sul e sudeste brasileira. Segundo estes antropólogos, os Carijó haviam fugido da colonização portuguesa em direção ao oeste no Paraguai portanto, para estes antropólogos, os Carijó extintos e os atuais Guarani do Paraguai - Tambeopé, Pay - Taviterá, Kaiová etc... eram o mesmo povo.
Apregoam estes antropólogos que todo indígena Guarani do Paraguai tem direitos a qualquer área do território brasileiro. Segundo censo indígena paraguaio há mais de 80.000 indígenas naquele país.
A “nova antropologia” faz ressurgir ou afirma ter redescoberto, após três séculos do desaparecimento, povos extintos no século XVII. Tal fato se fosse merecedor de qualquer amparo científico, pela relevância do evento seria publicado e estudado internacionalmente com o crédito de ser uma das maiores descobertas da antropologia mundial.
O bizarro e a "invencionice" veladamente cedem lugar ao científico afinal, teses carentes das normas que regem a conduta do pesquisador ou do observador imparcial e isento, são chanceladas pela UFSC - Universidade Federal de santa Catarina. O que deveria ser divulgado mundialmente como a grande revolução do conhecimento inerente aos povos autóctones sul americanos, manifestado através da “nova” demografia, história e por fim antropologia, permanece em sigilo.
A antropologia catarinense mais representativa aliada a Ong - CTI sustenta uma das maiores fraudes antropológicas mundiais até então conhecida. Esta absurda transgressão nos preceitos científicos, humanitários, legais e morais aliada a ausência de credibilidade e ética na pesquisa universitária, serve para consubstanciar os processos demarcatórios Guarani em Santa catarina, .

- APARENTAR BENEVOLÊNCIA - através de um dissimulado espírito redentor, sempre com declarações politicamente corretas, mas, que contrariam a prática, é o instrumento de persuasão para que o profissional da farsa convença a mídia desinformada, a tomá-los por fontes confiáveis que a auxiliará na formação da opinião pública.

- TRANSITAR PELA FUNAI - mediante participações em processos demarcatórios de responsabilidade da União ou alternar-se entre os quadros funcionais das Ongs e quadros da FUNAI. Exemplo: Maria inês Ladeira proprietária da Ong - CTI inventa um relatório antropólogico fictício subscrito por sua Ong, depois peticiona na FUNAI a abertura do primeiro processo demarcatório para uma reserva indígena Guarani paraguaia em Santa Catarina. Na transcursão do processo, Ladeira passa para os quadros internos da FUNAI com a função de Coordenadora deste processo demarcatório. Durante os encaminhamentos, Ladeira se alça também à tarefa de realizar o Relatório Final deste processo demarcatório. Finalmente, Ladeira manda para a Diretoria de Asssuntos Fundiários da FUNAI o resultado final de seu "trabalho", mas, a Diretora de Assuntos Fundiários da FUNAI era a ex-Presidente e sócia de Ladeira na sua Ong-CTI. Transitar incólume pelas instâncias dos poderes públicos, assim o astuto antropólogo(a) transfere para a sociedade a responsabilidade pela miséria e desagregação cultural indígena quando, de fato, tais negligências são consequências dos seus atos criminosos.
Obviamente, toda a fraude foi aprovada com louvor e levada a chancela ministerial do Ministro da Justiça Tarso Genro.

- FRAUDAR PROCESSOS DEMARCATÓRIOS - administrativos instituídos por Ongs através da FUNAI, além de relatórios, laudos e pareceres antropológicos utilizados como plataformas de ação, voltadas à obtenção de verbas milionárias quase sempre oriundas de obras públicas federais. Verbas justificadas, mediante a pretensa aplicabilidade nos interesses indígenas mas que na prática, servem à manutenção de currais humanos indígenas, multiculturais, a disposição dos devaneios ditos científicos perpetrado pela antropologia inescrupulosa.

- TRANSITAR PELO DNIT - O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em Brasília tem sido há mais de uma década o agente repassador de verbas para a FUNAI, justificadas mediante relatórios antropológicos fraudados. Em Santa Catarina Maria Inês Ladeira e Maria Dorothea Post Darella atuam de modo recorrente nos projetos de duplicação da Br 101, através de seus relatórios anexados aos EIA-RIMA (estudo de impacto ambiental e relatório de impacto no meio ambiente) e PBA (plano básico ambiental) da obra. É importante ressalvar estas decisões são inerentes a esfera gerencial de Brasília que embora informada inúmeras vezes, opta pela conivência ao anuir fraudes absurdas em projetos que beiram a falta de senso do ridículo. São mais de uma dezena de milhões rapassados mediante fraudes em relatórios antropológicos, centenas de milhões em majoração nos trechos catarinenses sempre com o prejuízo inestimável do povo Guarani paraguaio utilizado como massa de manobra e o infindável atraso motivado por questões "indígenas".

- PROPOR RESERVAS INDÍGENAS MULTICULTURAIS - Guaranis do Paraguai, Argentina e Bolívia grupos distintos com dialetos distintos, a partir da década de 1990 foram introduzidos no sul e sudeste do Brasil, primeiramente nas reservas legalmente pertencentes aos povos autóctones brasileiros chanados Kaingang e Xokleng. Para melhor entendimento do leitor, uma analogia comparatória exemplifica a consequência deste caldeirão de conflitos étnicos gerado: seria como se propuséssemos a compreensão dialética entre poloneses, japoneses e brasileiros, tamanha a disparidade nas linguas faladas entre o Guarani, Kaingang e Xokleng. Mesmo sujeitos aos conflitos gerados pelo choque de etnias, a antropologia acadêmica ainda doutrina os recem chegados Guarani do Paragaui à simulação de uma terceira cultura: desta vez, a cultura dos Carijó, povos Tupi - Guarani da costa brasileira extintos no Século XVII.
O modus vivendi, distribuição geográfica e a relação de um grupo étnico distinto com o ecossistema que o envolve, são características que ao serem violadas, determinam a desagregação e a extinção do grupo. Este é destino irreversível para onde os guetos disfarçados de reservas, estão conduzindo os miseráveis povos indígenas do Paraguai e do sul do Brasil. O que prevalece é a desagregação contínua e definitiva da combalida cultura dos verdadeiros povos tradicionais autóctones do sul do Brasil, ao custo também do inestimável extermínio da cultura indígena paraguaia.
A responsabilidade por este crime de dimensões humanitárias é de responsabilidade exclusiva da "nova" antropologia catarinense, protagonizada por um pequeno grupo chancelado pelo Estado brasileiro, através de um salvo conduto para o crime antropológico.