AS RESPONSABILIDADES DA UFSC – UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

A Antropologia citada nas discussões deste site refere-se à prática da Sociologia concernente as Ciências Humanas, afeta as populações imigrantes indígenas Guarani, recentemente oriundas do Paraguai e Argentina.

Através do Departamento de Antropologia e do Museu do Índio, a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina ampara institucionalmente profissionais com títulos de antropólogos, atuantes na legalização de reservas indígenas dirigidas aos povos autóctones paraguaios em locais impróprios e inadequados à habitação humana, através de suas participações em processos demarcatórios de competência administrativa da FUNAI..
Ver link de discussões: Processo Demarcatório do Morro dos Cavalos.

A UFSC é a instituição mantenedora dos salários e das instalações físicas que propicia aos antropólogos denunciados neste site, também atuar diretamente em questões fora do âmbito institucional desta Universidade, como a duplicação da Br 101 -Trecho norte e sul, ligando o Rio Grande do Sul a Santa Catarina portanto, a UFSC compartilha as responsabilidades desta chancela.
A duplicação da BR 101 vem sofrendo atrasos na região da grande Florianópolis há mais de dez anos, motivado por fraudes e outros impedimentos originários dos relatórios antropológicos anulados pelo TCU - Tribunal de Contas da União, subscritos por antropólogos vinculados a UFSC.
Link de discussões: Estudo de Impacto: As Populações Indígenas e a Duplicação da BR 101, trecho Palhoça/SC – Osório/RS.

Antropólogos vinculados a UFSC, também intercederam nas questões de âmbito Estadual, referente ao zoneamento do PEST -Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, ao produzirem um documento fraudado rechaçado pela FATMA - Fundação do Meio Ambiente e MPE - Ministério Público Estadual. Ver link de discussões: Os Índios Guarani Mbya e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

Os antropólogos vinculados à UFSC são os responsáveis pela nova ordem da historiografia e antropologia, referente aos povos autóctones da região sul da América do Sul: Xoklengs, Kaingang e Guarani.
Segundo a secular e vasta bibliografia referente aos povos Guarani, com um volume representativo a disposição nos acervos da UFSC, até o início da década de 1990 os registros mundiais sobre o tema atribuia o Paraguai ou quando muito, os extremos oeste do Rio Grande do Sul e Paraná, nestes casos restritos a poucos grupos, como sendo os territórios tradicionais da nação Guarani.

A partir do início da década de 1990, dois antropólogos da UFSC em comjunto com Maria Inês Ladeira/Ong-CTI (Centro de Trabalhos Indigenistas) passam a "reconstruir ou reinterpretar a história da presença Guarani no litoral catarinense", através do início da produção de textos antropólogicos fraudados, contrários a bibliografia até então disponível. Neste aspecto, vale citar que a "nova antropologia" em seus trabalhos ditos científicos contrariava até mesmo trabalhos atinentes ao mesmo tema, realizados preteritamente por pesquisadores UFSC.
Ver link de discussões: PROJETO GUARANI

Provocado, o MPF - Ministério Público Federal não apenas atribui credibilidade a estes trabalhos, como também não se manifesta diante às denúncias encaminhadas a Procuradoria da República em Florianópolis, acusando tais procedimentos por crimes de improbidade e fraudes. Os trabalhos da "nova" antropologia, em razão da chancela que a UFSC disponibiliza aos antropólogos que os produzem, aumenta as responsabilidades desta chancela nas fraudes antropológicas quando o MPF, autoridade pública maior para as questões indígenas em território brasileiro, isenta de qualquer suspeita estes trabalhos antropológicos por estarem subscritos por "professores universitários".

Após sucessivos apelos ao longo dos últimos anos por uma audiência junto a reitoria da UFSC, a universidade negou qualquer contato junto a direção ou mesmo sequer acionou seu Conselho de Ética. Na ante sala da reitoria protocolei denúncias, alertei e expus na íntegra os procedimentos fraudulentos de professores e pesquisadores antropólogos atuantes no âmbito das Ciências Sociais, especificamente a antropologia indígena da Universidade Federal de Santa Catarina.

Diante a extrema gravidade das minhas denúncias, a UFSC não apenas optou pelo silêncio, mas, mediante um ato agressivo e intimidatório, sem ter me concedido a oportunidade de ser ouvido, amparou as denúncias de difamação dirigidas contra mim, peticionadas ao MPF mediante requerimento de seus funcionários antropólogos, aos quais atribuo as fraudes antropológicas contidas neste site.
Em duas ocasiões a Justiça Federal não aceitou a denúncia,i absolvendo-me das tentativas de acusação por crime de difamação.

Finalizando, a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina é quem define a que patamares os valores que ela atribui a ética na pesquisa acadêmica deve alcançar. A praxe que gere a conduta do pesquisador honesto, não permite o grau de displicência denotado por esta universidade nos critérios que devem conduzir uma tese, hipótese, argumento ou afirmação, quando estas tem a pretensão de contrariar cinco séculos de memória histórica para então se tornarem verdades absolutas, investidas de conceitos científicos.

Walter Alberto Sá Bensousan.